quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dos imprescindíveis #1


Do campo das aquisições o carrinho deve ser aquele que leva a maior fasquia do orçamento e por isso merece uma escolha bastante criteriosa. Eu sou uma apaixonada pela stokke, e apesar de não ser uma linha barata conseguimos aliar a escolha do carrinho ao nosso budget, ou quase, mas infelizmente esta marca nórdica ainda não está preparada para pais de gémeos. 

Houve ali uma fase durante a nossa incursão pelas lojas em que quase cedi à marca icandyporque inteligentemente consegue juntar opções para transportar dois filhos no mesmo carrinho, e não necessariamente da mesma idade, mas desisti porque afinal de contas ainda não tinha nascido a Maria Carolina e eu já estava a pensar no segundo. A compra da alcofa foi descartada de início, já que todos os testemunhos que ouvi referiam que não valia o investimento, os que adquiriram em versão trio usaram muito pouco tempo, porque se é verdade que os bebés não devem estar mais de duas horas no ovo, também é verdade que nos primeiros meses (em que cabem) passamos muito tempo em casa por isso dormem bem melhor no berço. Tive um emprestado que serviu para a Maria Carolina dormir nos fins de semana que passávamos no Marco de Canaveses, três ou quatro vezes. Um acessório que ainda não é muito valorizado é o sistema de isofix (base que fixa o ovo ao carro sem recurso ao cinto, basta um clique), mas nem imaginam o quanto vale, principalmente com gémeos. Além de tornar o transporte dos bebés mais seguro, porque o ovo está seguro ao chassi do carro, nos primeiros meses - e mais nascendo no inverno - convém que o transporte deles seja o mais fácil e rápido possível. Sem isofix é tirar o ovo do carrinho e ter de passar o cinto de segurança por pontos de fixação (pouco acessíveis) antes de o puderes prender. Um filme sempre que queríamos andar noutro carro sem essa opção, era eu e o pai empoleirados um do lado de fora, outro do lado de dentro, "segura aqui", "solta mais a fita, "não puxes que ainda não está", enfim, é dose. Imagina este cenário num dia de chuva e vezes dois.

Mas depois há um outro "cenário", que penso que podem ter em consideração durante as vossas pesquisas. Dependendo da velocidade de crescimento das princesas o ovo dá até os 12 meses / 13 kgs, no caso da Maria Carolina como por volta dos 9 / 10 meses apanhou o verão em força e o ovo tornou-se muito quente (suava imenso nas viagens) decidimos trocar nessa altura para a cadeira da besafe (outra marca de referência no mundo dos prémios de segurança e outro investimento caro) que durará até aos 4 anos, ou assim esperamos. Na altura da procura da nova cadeira auto questionei-me se não teria sido mais inteligente ter comprado logo esta cadeira uma vez que há modelos que dão desde o nascimento aos 4 anos. O ovo e a base deve ter-nos ficado cerca dos 400 euros e a cadeira os 600 euros e terá mesmo de ser comprada uns meses depois. Se usei o ovo com muita frequência? Sim, nos primeiros meses sempre que saímos de casa ela já ia no ovo e regressava nele também. Deu jeito porque às vezes (ou sempre) estava a dormir e não havia necessidade de a acordar, tirávamos só quando despertasse. Mas analisando os cerca de 9 meses de uso, se calhar teria ponderado outra forma de logística. Na altura fui influenciada pela onda do mercado e pela obrigatoriedade do bebé sair do quarto da maternidade já no ovo (houve uma enfermeira que disse que ia atirar o ovo com a Maria Carolina ao chão para ver se ela estava bem segura, eheheh), mas acredito que seria uma situação "contornável" se informarem que têm as cadeirinhas apropriadas no carro. 

Sobre a escolha de carrinhos encontrei estes dois posts interessantes:



Mas mais do que opiniões o que vale mesmo é conhecer fisicamente por isso estas são as lojas que considero que merecem a vossa visita, quer pela diversidade de opções, quer pela especialidade do assunto: Totikids (Norteshoping) e o Espaço Mamãs (na zona industrial do Porto, também junto ao Norteshoping). E boas compras!

Stay tunned,
w/ love

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