É agora que me vou auto-chicotear: nos primeiros meses de vida a Maria Carolina não tomou banho todos os dias. Se por um lado ela nasceu em outubro, e a bem verdade não transpirava nem se sujava (à excepção do rabo, claro), por outro a importância das rotinas cá em casa só nos foi "despertada" alguns meses mais tarde.
Novamente a super-enfermeira do curso de preparação tinha instruções muito simples: dar banho em água tépida (a temperatura da água controlamos com o cotovelo), por pouco tempo, uns 2-3 minutos, e sem nenhum produto de higiene, apenas pele-com-pele: mão da mãe a massajar a pele do bebé. Ela incutiu-nos que os bebés nascem com uma camada de gordura que protege a sua pele e quanto mais tempo durar essa proteção melhor, até para futura prevenção de alergias. Limpar rabinho só com compressas de tecido-não-tecido embebidas em água morna. E se existisse necessidade de usar hidratante, para aqueles bebés que têm a pele a "escamar" o aconselhado foi o óleo de amêndoas doces. Outra dica para usar este óleo maravilha era besuntar o rabinho em todas as mudas de fralda, porque repele o chichi do contacto com a pele. Tentei seguir estes conselhos à risca, mas quando passou o primeiro mês, e com pré-aprovação da pediatra, comecei a usar estes produtos, que me foram oferecidos durante a gravidez. A parte fixe, além de ter poupado muito dinheiro é que eram próprios para peles atópicas. Com o tempo percebemos que não existia essa exigência com a pele da Maria Carolina, mas cuidado a mais não estraga. Caso não tivesse estes produtos teria comprado uma linha em tamanho pequeno, tipo kit viagem, porque uma amiga tinha-me desaconselhado a comprar tamanhos grandes sem antes saber como reage a pele do bebé. Infelizmente há produtos mais propensos a alergias e não vale a pena desperdiçar dinheiro. Também depois do primeiro mês começamos a usar as toalhitas da marca do pingo doce, que usamos até hoje. Comprei as caixas de plástico da dodot, porque dão imenso jeito para que não sequem as toalhitas, mas as recargas são sempre do pingo doce. Considero-as mais húmidas e menos cheirosas, o que pode parecer mau, mas perfumes nestes produtos não são aconselhados. Agora há uma moda de usar estas toalhitas, porque são menos agressivas, mas eu sinceramente acho demasiado caras. Pelo preço de uma dessas compro cinco embalagens da marca branca e quando há descontos de 50% até dá para dez. A primeira banheira escolhida foi a famosa shantala, encontrei na farmácia do jumbo mais barata e usamos até bem depois dos 12 meses recomendados. A Maria Carolina adorou sempre a hora do banho, e eu sentia-me bastante segura a dar-lhe banho sozinha, porque no início ela ficava praticamente de pé e depois com o tempo, quando ela já se sentava sozinha, ainda era mais fácil. Vê só este vídeo delicioso para te inspirares.
Mais recentemente, passei a usar esta marca, mais económica e os banhos passaram a ser na banheira - tamanho normal - e às vezes no chuveiro a duas. É sempre uma festa. Imagina só os teus bebés a transformarem-te a casa de banho em piscina olímpica.
Novamente a super-enfermeira do curso de preparação tinha instruções muito simples: dar banho em água tépida (a temperatura da água controlamos com o cotovelo), por pouco tempo, uns 2-3 minutos, e sem nenhum produto de higiene, apenas pele-com-pele: mão da mãe a massajar a pele do bebé. Ela incutiu-nos que os bebés nascem com uma camada de gordura que protege a sua pele e quanto mais tempo durar essa proteção melhor, até para futura prevenção de alergias. Limpar rabinho só com compressas de tecido-não-tecido embebidas em água morna. E se existisse necessidade de usar hidratante, para aqueles bebés que têm a pele a "escamar" o aconselhado foi o óleo de amêndoas doces. Outra dica para usar este óleo maravilha era besuntar o rabinho em todas as mudas de fralda, porque repele o chichi do contacto com a pele. Tentei seguir estes conselhos à risca, mas quando passou o primeiro mês, e com pré-aprovação da pediatra, comecei a usar estes produtos, que me foram oferecidos durante a gravidez. A parte fixe, além de ter poupado muito dinheiro é que eram próprios para peles atópicas. Com o tempo percebemos que não existia essa exigência com a pele da Maria Carolina, mas cuidado a mais não estraga. Caso não tivesse estes produtos teria comprado uma linha em tamanho pequeno, tipo kit viagem, porque uma amiga tinha-me desaconselhado a comprar tamanhos grandes sem antes saber como reage a pele do bebé. Infelizmente há produtos mais propensos a alergias e não vale a pena desperdiçar dinheiro. Também depois do primeiro mês começamos a usar as toalhitas da marca do pingo doce, que usamos até hoje. Comprei as caixas de plástico da dodot, porque dão imenso jeito para que não sequem as toalhitas, mas as recargas são sempre do pingo doce. Considero-as mais húmidas e menos cheirosas, o que pode parecer mau, mas perfumes nestes produtos não são aconselhados. Agora há uma moda de usar estas toalhitas, porque são menos agressivas, mas eu sinceramente acho demasiado caras. Pelo preço de uma dessas compro cinco embalagens da marca branca e quando há descontos de 50% até dá para dez. A primeira banheira escolhida foi a famosa shantala, encontrei na farmácia do jumbo mais barata e usamos até bem depois dos 12 meses recomendados. A Maria Carolina adorou sempre a hora do banho, e eu sentia-me bastante segura a dar-lhe banho sozinha, porque no início ela ficava praticamente de pé e depois com o tempo, quando ela já se sentava sozinha, ainda era mais fácil. Vê só este vídeo delicioso para te inspirares.
Mais recentemente, passei a usar esta marca, mais económica e os banhos passaram a ser na banheira - tamanho normal - e às vezes no chuveiro a duas. É sempre uma festa. Imagina só os teus bebés a transformarem-te a casa de banho em piscina olímpica.
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