sábado, 30 de setembro de 2017
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Dica #17
Não lhes comprem sapatos. Esta afirmação pode soar um pouco radical e estúpida, mas de facto nos primeiros meses elas não precisam mesmo, além de que é um acessório pouco confortável, vais perceber quando andares sempre a apanhá-los do chão. Quando iniciarem a aprendizagem da marcha (o que pode acontecer a partir dos 10 meses, mas a Carolina só andou quase aos 14 por exemplo) a melhor forma para elas aprenderem é caminharem descalças. Se quiserem comprar-lhes sapatos para saídas, ou porque não gostam de ver bebés só de meias, dispensa os modelos caríssimos, lembra-te que é mera decoração. Ainda há pouco tempo perguntei à pediatra da Carolina se não devíamos consultar um ortopedista porque é visível que coloca os pés para dentro e a pediatra desvalorizou e pediu que a deixássemos andar descalça o maior tempo possível e nos mais variados pisos (relva, terra, areia seca, areia molhada). Até aquele mito de que as solas dos primeiros sapatos devem ser grossas, tipo ortopédicas, foi desmitificado, agora quanto o maior contacto com o chão melhor. Lá por casa adoptamos as meias, usamos sapatos emprestados para uma ou outra ocasião, sempre com medo de perdê-los, pfff. Quando começou a caminhar não fizemos questão de nada, era o que lhe dessem ou emprestassem, seja zippy, zara, chicco, outras marcas de sapataria, ainda não investimos muito dinheiro ... Sai de casa calçada, mas mal chega a casa anda de meias, sejam anti-derrapantes ou não, vale tudo.
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017
terça-feira, 26 de setembro de 2017
7ª Crónica: As Visitas
Acabaram de ser pais, querem mostrar ao vosso mundo o quanto as vossas filhas são lindas, mas vais estar sensível, as tuas hormonas vão achar-se numa montanha-russa e não vão querer ser "avaliados" pelos outros logo assim à partida. A aprendizagem e a sintonia que se criará entre os quatro não será instantânea, irá requerer muita paz, amor e rotinas também. O pai cá de casa não entendeu bem este (tão!) importante conceito das rotinas nos primeiros meses, acreditava que não precisava de ser inibir de nada e "sofremos" todos um pouco com isso. Eu recebi visitas para jantar logo no dia seguinte da (tão desejada) chegada a casa, depois de estar 9 dias internada, e apesar de ter sido família não é bem a espécie de serão que queres fazer ... fisicamente ainda não estava pronta para a maratona e tinha uma bebé para me familiarizar. Recordo especialmente do momento da amamentação que era muito aguardado (acho que não ninguém ia embora enquanto eu não desse de mamar), com muitos olhos em cima de nós duas, e como deves imaginar não é de todo um quadro tranquilizador.
Acredito na sensibilidade das pessoas que te rodeiam, mas se achares importante reforçar informa os teus (sejam amigos, familiares, colegas, etc) que os convidarás a vossa casa quando sentirem que as condições estão reunidas. Não se sintam desconfortáveis, é muito normal e quem não o entender, paciência, há-de passar. Pensa em vocês em primeiro lugar, em segundo, em terceiro ... É provável que nem com esse "recado" vão conseguir evitar uma corrida à vossa porta de entrada assim que chegarem a casa ... mas lembra-te que tu tens o poder, se não for da tua vontade, se estiveres a precisar de paz, refugia-te no vosso quarto, tens todo o direito. É uma viagem que vai precisar de ti a 1.000% por isso podes tudo.
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Contamos hoje ...
24 semanas. Os pulmões continuam em desenvolvimento. Já praticam intensamente a respiração, fazendo entrar e sair dos pulmões pequenas quantidades de líquido. Os ossos estão a tornar-se mais duros e possuem a quantidade normal de músculos. As ondas cerebrais chegam a revelar que têm agora a mesma actividade que um recém-nascido. O aumento da pulsação revela que reagem aos sons, nomeadamente aos barulhos fortes. Quanto ao movimento, poderás sentir um pequeno movimento ritmado na barriga, o que quer dizer que estão com soluços. Agora reagem muito mais ao toque e aos sons.
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sábado, 23 de setembro de 2017
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
A queda de um mito
(ou a descoberta de que não sou assim tão boa mãe como acredito ser)
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Toda a minha vida ouvi que as mães percebem o choro dos filhos. Se é fome, se é fralda suja, se são os dentes ou se está com TPM. (brincadeirinha) Acontece que comigo, do alto da minha longa experiência de 23 meses como mãe da Carolina, eu nunca percebi porra nenhuma. Já contei aqui a história das cólicas e do ben-u-ron, certo? Pois ... (facepalm) E na verdade continuo sem perceber, mas a diferença é que agora já lhe pergunto e algumas das vezes, poucas ainda, até consigo uma resposta, ora "pepé" porque quer a chupeta, ora "doidói" porque se magoou, ora basicamente é ignorar o choro porque é uma apenas grande birra. Devagarinho havemos de lá chegar, mas não foi de todo esse processo instintivo e automático mal pomos os olhinhos em cima da nossa cria, como nos fazem crer.
Lá em casa o meu método baseou-se na "tentativa e erro". Se a Carolina chorava e já tinha passado algum tempo da última refeição toca a dar comida à criança, se ela rejeitava a mama mas o choro continuava trocava a fralda, se o choro persistisse talvez estivesse presa dos intestinos e levava com o bebegel ou com massagens. Também chegou a ir ao banho, que a acalmava sempre, mas às vezes ela só queria mesmo que a passeássemos, dentro da mesma divisão já era suficiente, nunca foi muito exigente. Isto para te dizer que se as tuas princesas chorarem sem saberes o que lhes hás-de fazer é normal. E se todas as outras mães contradizerem esta minha teoria, olha, pelo menos és "anormal" como eu, sem medo vai experimentando, alguma coisa há-de funcionar, nem que seja uma dose de ben-u-ron. Eheheh.
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terça-feira, 19 de setembro de 2017
Dica #16
Rabinhos assados cá em casa tratam-se sempre com mitosyl, aprovado pela pediatra. Depois de passada a fase do óleo de amêndoas doces como protector da pele, e porque a pele dos bebés vai mudando e "exigindo" mais, colocava este creme formando uma fina camada branca (às vezes grossa, eheheh) com regularidade entre as mudas de fralda, mesmo sem assaduras. De alguns meses para cá, não existindo necessidade extra, só coloco na última fralda do dia, porque só lha tiro na manhã seguinte e acredito que assim a pele estará mais protegida. Vai-se lá saber se é mesmo verdade. Só numa altura qualquer, porque a Carolina teve umas borbulhitas chatas que não passavam, incluimos o cicalfate da avène, também recomendado pela pediatra. A forma de aplicação deste creme é diferente, devemos massajar a pele até que o creme seja totalmente absorvido na totalidade.
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017
domingo, 17 de setembro de 2017
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Dica #15
Sobre os biberões. Aqui está um dos meus erros. Ainda grávida, mesmo sem saber como iria correr a amamentação, fiz questão de comprar um biberão Dr. Brown, que diziam ser maravilhoso na questão das cólicas. Acabou a servir para a minha mãe dar água à Carolina (com a introdução da comida) ou até dar-lhe a sopa nos dias mais difíceis. Logo após o nascimento, e por causa da bomba de tirar leite fui comprar biberões de armazenamento e esta tetina. Os biberões, deram aquele jeito relativo enquanto usei a bomba, mas a tetina não chegamos mesmo a utilizar, porque nunca percebemos como aquilo funcionava. (facepalm) Enfim, dinheiro ao lixo. Entretanto, quando a Carolina passou ao leite artificial falava-se muito dos biberões nórdicos da twistshake e acabaram por ser os eleitos até hoje. Apesar da Carolina já beber perfeitamente do copo, e sozinha, o leite da noite - que bebe perto da meia-noite, quando já dorme profundamente - só é possível porque é dado com o biberão. É rotina já, se não lhe damos ela chora a pedir. Não são biberões muito caros, comprei com 30% desconto (fazem várias campanhas), e simplesmente adorei o pormenor de cada biberão trazer um pequeno recipiente para transportar o leite em pó, que cabe dentro do próprio biberão e portanto é menos um tupperware para ocupar espaço na mala. Less is more.
Entretanto, numa primeira fase, fervia sempre os biberões antes de cada utilização numa panela (não comprei esterilizador), mas depois acabei por "esbarrar" numa conversa de um médico que dizia que os biberões dos filhos nunca tinham sido esterilizados, apenas bem lavados. Apanhei essa deixa para passar a fazê-lo talvez uma vez por mês, eheheh. Também cheguei a comprar este detergente próprio na farmácia, e o respectivo escovilhão, e apesar de sentir que os biberões ficavam mesmo bem limpos, era um custo adicional que optei por não continuar. Há alguns meses que meto os biberões na máquina de lavar loiça e lavo as tetinas à mão. Com alguma frequência fervo água e passo pelas tetinas e chupetas.
É claro que é preciso ter cuidado com a higiene dos biberões, principalmente nos primeiros meses, se não amamentares, porque as batérias podem causar uma gastroenterite (é uma grande chatice), mas a verdade é que os bebés precisam de germes para desenvolver o sistema imunitário. Antes de ser mãe recordo-me de uma ladainha que referia a atitude de uma mãe relativamente à queda da chupeta, "no primeiro filho esteriliza-a, no segundo filho passa-a por água, no terceiro filho dá-a directamente do chão". Ora, se eu vir que a chupeta caiu (sim, porque depois de começarem a gatinhar já não estás sempre de olho em cima, ou pelo menos eu não estou, e tenho noção que a Carolina a larga em sítios menos limpos e que depois a mete à boca, na maior descontracção) tem vezes que lavo, tem vezes que não, depende do chão. Eheheh.
Entretanto, numa primeira fase, fervia sempre os biberões antes de cada utilização numa panela (não comprei esterilizador), mas depois acabei por "esbarrar" numa conversa de um médico que dizia que os biberões dos filhos nunca tinham sido esterilizados, apenas bem lavados. Apanhei essa deixa para passar a fazê-lo talvez uma vez por mês, eheheh. Também cheguei a comprar este detergente próprio na farmácia, e o respectivo escovilhão, e apesar de sentir que os biberões ficavam mesmo bem limpos, era um custo adicional que optei por não continuar. Há alguns meses que meto os biberões na máquina de lavar loiça e lavo as tetinas à mão. Com alguma frequência fervo água e passo pelas tetinas e chupetas.
É claro que é preciso ter cuidado com a higiene dos biberões, principalmente nos primeiros meses, se não amamentares, porque as batérias podem causar uma gastroenterite (é uma grande chatice), mas a verdade é que os bebés precisam de germes para desenvolver o sistema imunitário. Antes de ser mãe recordo-me de uma ladainha que referia a atitude de uma mãe relativamente à queda da chupeta, "no primeiro filho esteriliza-a, no segundo filho passa-a por água, no terceiro filho dá-a directamente do chão". Ora, se eu vir que a chupeta caiu (sim, porque depois de começarem a gatinhar já não estás sempre de olho em cima, ou pelo menos eu não estou, e tenho noção que a Carolina a larga em sítios menos limpos e que depois a mete à boca, na maior descontracção) tem vezes que lavo, tem vezes que não, depende do chão. Eheheh.
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Dica #14
O teu sono. Sim, o sono das tuas princesas será a vossa preocupação número 1, mas o teu sono deverá ser a tua preocupação número 2. Várias mães te dirão o sábio conselho "dormir quando a cria dormir". Com a vossa dose dupla será ainda mais exigente conseguires cumprir, mas naqueles momentos em que as tiveres a dormir ou prontas a fazê-lo, esquece a pilha de louça na cozinha, esquece o cesto da roupa suja, esquece que precisas de limpar o cocó/xixi do cão, esquece até se achares que dava tempo para tomares banho, tu DORME! Tudo o resto terá o seu tempo, mas o teu equilíbrio é que não pode estar comprometido quando tens o melhor do teu mundo para cuidar. Eu fiz tantas sestas maravilhosas com a Carolina, com os nossos rostos coladinhos para sentirmos a respiração uma da outra. Claro que tive uma boa equipa de retaguarda, o almoço chegava todos os dias lá a casa pronto (comeres bem e a horas é importante se estiveres a amamentar), não tinha de tratar das roupas, os meus pais foram (e são) incansáveis. Por isso não rejeites ajuda, e com os teus pais longe ponderem contratar alguém que vos ajude, podes não conseguir perceber agora a dimensão da exigência, e pode não parecer, mas será o dinheiro mais bem gasto em prol do bem-estar das vossas filhas, acredita. E quando falo de ajuda é deixares que cuidem da vossa casa, não no sentido de alguém tomar conta das princesas para andares tu em modo "borralheira" à volta dos panos e tachos ... Deixares que alguém te substitua no papel de mãe só por 5 minutos para, finalmente, tomares aquele tão desejado banho.
Esta parte devia ser segredo, que não é bonito de se dizer, mas tomar banho foi um acto bastante subestimado da minha parte enquanto estive de licença de maternidade. Eheheh.
Esta parte devia ser segredo, que não é bonito de se dizer, mas tomar banho foi um acto bastante subestimado da minha parte enquanto estive de licença de maternidade. Eheheh.
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sábado, 9 de setembro de 2017
Curiosidades #1
O signo solar da MG e da FM provavelmente será sagitário. E embora os signos seja só para crentes há características que não podemos negar.
E sobre a criança sagitário dizem: "tem uma vitalidade, entusiasmo e energia contagiantes. Para ela a vida é uma festa! Sempre bem-disposta e com vontade de enfrentar desafios, a criança precisa de espaço para agir e resiste à imposição de limites e restrições."
Para ler mais aqui.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Esta é "A DICA"
Atentem, este é o vosso melhor amigo, o chamado "barulho branco". Lá em casa nos primeiros meses dormíamos TODOS com esta banda sonora maravilhosa de fundo. Ou talvez não fosse assim tão boa, mas vale tudo pela continuidade da nossa sanidade mental. Este ruído, que se assemelha ao som que ouvem no nosso útero dizem os entendidos, consegue acalmar o bebé e proporciona-lhe a sensação de segurança que perdeu ao nascer. Eu comprovei a eficácia desta teoria.
Há também aplicações para IOS que reproduzem outros inúmeros sons, como trovoada, chuva, mar, chilrear, vento, tempestades ... lá em casa usamos T-U-D-O.
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quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Dica #13
O saco das bebés. Há mães de gémeos que optam por terem dois sacos, um por cada filho, mas a minha opinião, mesmo mãe de só uma criança, é: "se um saco atrapalha, dois sacos atrapalham muito mais". É claro que se estivermos a falar deste mesmo saco para transportar as coisas delas para a maternidade não chega, é um facto, mas para isso podem usar uma mala de viagem normal e deixar o saco para outras coisas, como por exemplo, as primeiras mudas de roupa, se não as quiseres juntar na mochila do pai. Acredito que de futuro um saco será suficiente. Numa primeira fase vais perceber que uma mãe prevenida nunca sai de casa sem uma muda de roupa, fraldas descartáveis, fralda de pano, creme, toalhitas, babete, casaco, chapéu, comida / bebida, brinquedo ... (a lista continua, mas não vale a pena assustar-te já, eheheh.), mas com o tempo perceberão que as palavras de ordem serão descomplicar / simplificar.
O saco da Carolina foi oferecido pela avó e foi motivo de muita procura da minha parte, porque não queria algo muito grande (há mães que parecem que vão de férias), nem muito caro (há sacos a custar 80, 100 euros, seriously?!?), e acabei por escolher um da tuc tuc, todo menininha, que custou cerca de 40 euros. Para além das lojas físicas existem lojas online que personalizam em versões giríssimas, mas não propriamente baratas e não consegues perceber a qualidade. Também existem várias marcas de produtos de higiene que oferecem na compra de produtos, poderá ser uma opção no caso de um orçamento foi mais reduzido. E talvez seja uma escolha inteligente, afinal de contas, o saco da Carolina saiu à rua só nos primeiros meses, um ano talvez. Só me custa pensar que este investimento implica a escolha de uma marca que possa ser para o lixo, no caso de alguma alergia. No meu caso, quando percebemos que a necessidade do saco se reduzia às fraldas decidi meter no porta luvas do carro fraldas e toalhitas e cometíamos a loucura de sair de casa, caso fossem saídas curtas, só com a Carolina ao colo. Também já nos correu mal uma vez, porque ela vomitou e tivemos de ir a uma loja comprar-lhe roupa, mas lá está, foi só uma vez. Nesta fase da Carolina acho mais práctico e funcional, principalmente se quero que o pai carregue, que seja uma mochila. Para esse efeito comprei uma mochila super simples, azul ganga da zippy, para aqueles dias das saídas mais demoradas e que exigem uma maior logística. É mais fácil de transportar e assim já não interfiro com a masculinidade do pai. Eheheh.
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terça-feira, 5 de setembro de 2017
Dos imprescindíveis #4
Como a minha almofada foi emprestada acabei só por comprar uma forra rosa, mariquices de mãe de menina, que servia nas almofadas da Toti Kids. Recordo-me nesta loja as almofadas eram a um preço mais acessível do que na maioria das lojas, se bem me lembro custavam cerca de 35 euros, mas também poderá ser uma opção pedires a uma costureira com jeitinho. Só vejo um senão, como o enchimento é específico, moldável, o efeito final não ficará tão fofo ao tacto. A Toti Kids habitualmente oferece 20% desconto a clientes, não sei é se incluem estes artigos mais pequenos.
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segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Dica #12
Sobre o pente e/ou escova para pentearem as princesas. Dependendo do volume das cabeleiras os primeiros meses habitualmente usa-se a escova porque é só para endireitar a fina penugem e quando tem algum comprimento é que passamos ao pente. No entanto, recordo com um sorriso que no teu casamento vimos um bebé que já tinha mais cabelo com 3-4 meses do que a Carolina tem agora com quase dois anos. Eheheh. De qualquer forma é mais habitual os bebés nascerem com pouco cabelo, a Carolina tinha só uns pelitos que acabaram por cair, é normal. Novamente a Chicco tem este conjunto, que quase foi a nossa escolha. É praticamente inevitável não associar os produtos de puericultura a esta marca, apesar de não ser de todo a minha marca de eleição, a verdade é que serve muitas vezes de referência. Acontece que o padrinho da Carolina numa conversa informal alertou que os pêlos dessa escova eram um pouco duros e por isso pedi para experimentar na loja e achei o mesmo. Assim, a nossa busca pela escova perfeita foi um bocadinho mais demorada do que seria de esperar, porque queria algo suave para a cabeça da minha filha, ora bolas. Acabei por encontrar na Toti Kids (norte ou marshopping), já não me lembro da marca, mas mostro-te no sábado.
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domingo, 3 de setembro de 2017
Da Mala, Da Maternidade (e afins)
Cada maternidade tem a sua própria lista recomendando o que devemos levar, mas além da lista eu teria ainda em conta o seguinte, numa mochila que o pai tivesse por perto:
- Uma garrafa de água, sumos e alguma coisa de comer para ele. Tu vais ter de penar um bocadinho, só podes comer o que te é dado ou autorizado, mas assim ele já não precisa de sair da tua beira nem por um segundo. Livros, revistas, as vossas músicas preferidas. Espera-se que o teu parto seja programado e por isso rápido, crossing fingers, mas se por alguma razão o médico tiver de fugir e demorar vão precisar de se entreter.
- Máquina fotográfica (com a bateria carregada)
- Telemóvel e carregador
Entretanto, as primeiras mudas das princesas também devem logo acompanhar-te à entrada, por isso podem também ir na mochila do pai. De uma das minhas visitas às urgências, ainda grávida, vi uma mãe a entrar apenas com o saco da 1ª muda na mão e realmente é o fundamental. O resto das malas podem ficar para depois o pai carregar. Se souberes que quando deres entrada irás ao quarto podem levar tudo, mas se primeiro deres entrada no bloco de partos não há necessidade de andarem carregados. Convém perguntarem quais são os procedimentos. Há mães que fazem ou compram sacos personalizados para cada um dos dias de internamento, eu optei por fazer só 1 saquinho de pano na costureira para a primeira roupa e as seguintes mudas foram separadas em sacos de congelação do ikea, um must. Eheheh. Dentro desse 1º saquinho, além da muda de roupa (body, preferencialmente de cruzar à frente; calças de algodão; babygrow ou conjunto de duas peças, fralda, gorro, luvas, meias e casaco sem pêlo) inclui uma manta. O hospital estará quente, mas os bebés precisam de muito calor nas primeiras horas de vida para se sentirem confortáveis.
Mas ainda sobre a lista da maternidade, há uma base semelhante transversal a todos os sítios, mas depois há pedidos específicos ou necessidades ajustadas, consoante privado / público. De qualquer forma também podes ter a tua própria opinião e incluir outros itens que consideres importantes. Eu por exemplo levei a almofada de amamentação, o quarto tinha uma poltrona e facilita muito quando dava de mamar sentada. Da minha lista decidi não levar a cinta (dizia facultativa) porque do que ouvi durante o curso a cinta torna o nosso corpo mais "preguiçoso" à recuperação, porque comprime os músculos. Mas há que defenda que torna a barriga lisa mais rapidamente. Não sei quem terá razão. Usei cinta enquanto grávida para ajudar com o peso da barriga, mas no pós-parto não usei, é uma opção tua. O sítio que escolheram para o parto será um tiro de sorte no escuro que espero que acertem em todos os sentidos. Conheço partos fantásticos em locais que já deviam ter encerrado, e locais fantásticos onde falha a componente humana. O CMIN, a maternidade onde a Carolina nasceu, é uma espécie de hotel 5 estrelas neste mundo dos nascimentos, mas teria sido escusado estar 46 horas à espera para acabar a fazer uma cesariana com anestesia geral. No fim tivemos a felicidade "empurrada" de termos ficado num quarto privado com casa de banho gigante, ar condicionado e televisão. Nunca a ligamos, naquele quarto já estava todo o nosso mundo, não queríamos saber do resto para nada. Além disso, com uma boa dose de compreensão do staff o pai foi autorizado a dormir lá duas noites. Infelizmente não ficou na primeira noite, é muita emoção para lidar e mais ainda difícil pelas limitações físicas fruto de uma cesariana. As nossas hormonas estão aos saltos e o simples facto de estar é fundamental.
Recordo também que passados 3-4 dias de internamento estava desesperada por regressar a casa, a cada visita da médica perguntava quando teríamos alta, mas agora tenho consciência de que até não foi muito mau ter uma enfermeira a poucos metros de distância (mesmo que tenha evitado o máximo chamá-las) e uma cama articulada que me ajudava a levantar, minimizando o desconforto dos pontos. E sobre as maravilhas dessa cama articulada recordo que na primeira vez que me levantei, não usei aquela argola pendurada, e ia morrendo com as dores na cicatriz, não o faças. Naquele momento acreditei que tivesse rasgado alguns pontos, o que pode ter mesmo acontecido em alguma das sete camadas de pele que nos são cozidas, por isso usa e abusa da cama e das pessoas que estão contigo para te colocarem as bebés em posição de mamar, enfim ... cuida-te!
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sábado, 2 de setembro de 2017
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