Toda a minha vida ouvi que as mães percebem o choro dos filhos. Se é fome, se é fralda suja, se são os dentes ou se está com TPM. (brincadeirinha) Acontece que comigo, do alto da minha longa experiência de 23 meses como mãe da Carolina, eu nunca percebi porra nenhuma. Já contei aqui a história das cólicas e do ben-u-ron, certo? Pois ... (facepalm) E na verdade continuo sem perceber, mas a diferença é que agora já lhe pergunto e algumas das vezes, poucas ainda, até consigo uma resposta, ora "pepé" porque quer a chupeta, ora "doidói" porque se magoou, ora basicamente é ignorar o choro porque é uma apenas grande birra. Devagarinho havemos de lá chegar, mas não foi de todo esse processo instintivo e automático mal pomos os olhinhos em cima da nossa cria, como nos fazem crer.
Lá em casa o meu método baseou-se na "tentativa e erro". Se a Carolina chorava e já tinha passado algum tempo da última refeição toca a dar comida à criança, se ela rejeitava a mama mas o choro continuava trocava a fralda, se o choro persistisse talvez estivesse presa dos intestinos e levava com o bebegel ou com massagens. Também chegou a ir ao banho, que a acalmava sempre, mas às vezes ela só queria mesmo que a passeássemos, dentro da mesma divisão já era suficiente, nunca foi muito exigente. Isto para te dizer que se as tuas princesas chorarem sem saberes o que lhes hás-de fazer é normal. E se todas as outras mães contradizerem esta minha teoria, olha, pelo menos és "anormal" como eu, sem medo vai experimentando, alguma coisa há-de funcionar, nem que seja uma dose de ben-u-ron. Eheheh.
Stay tunned,
w/ love
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