quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Afinal a vossa aventura começa hoje ...


Hoje esquecem-se todos os tormentos que passaram para engravidar, esquecem-se as injecções, os mil e um exames, as preocupações com os resultados, os enjoos. Hoje esquecem-se as idas às urgências, a dieta forçada, os diabetes gestacionais, os pés inchados, a azia, as hormonas aos saltos, a terrível ansiedade de contar os dias até hoje ... E hoje vocês finalmente têm o melhor do mundo no vosso colo e o meu MAIOR desejo é que seja doce, sempre!

Parabéns papás! E obrigada por acompanharem as minhas palavras.

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& don't stay tunned (as partilhas terminam aqui, agora a descoberta é toda vossa)

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Em cenas dos próximos capítulos #9


A data do parto já está marcada para daqui a t-r-ê-s dias. (OMG) Isto se a MG e a FM não quiserem surpreender-vos mais cedo. Eheheh. Se nascerem antes podes enviar aquele pedido especial pelo qual penaste nos últimos meses que lá estaremos a entregar ao pai. Juntamente com aquele abraço. A manterem o plano nós não vamos estar por cá, mas onde estivermos vamos torcer muito para estarem os quatro rodeados de paz e muito amor nesse momento tão especial.

Foste uma verdadeira heroína manter uma gravidez gemelar tanto tempo. Lembra-te disso nos momentos mais "amargos" e TUDO superarás! 


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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Dica #25

Confia no teu instinto. As pessoas à tua volta até podem partilhar as escolhas que fizeram, como eu fiz aqui ao longo de todos estes meses, mas ouve sempre a tua voz interior, ela sabe melhor do que ninguém o que é melhor para as tuas filhotas e para a vossa família. Nenhuma escolha será errada se for feita com amor. Se não te sentes confortável com alguma situação que possa surgir procura ajuda profissional. Tem sempre em mente que tu sabes as respostas que precisas e que não existem bebés mal acostumados por excesso de amor ou de preocupação da mãe. Encontra o teu, o vosso, equilíbrio. 

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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Contamos hoje ...



36 semanas. WOW! As bebés podem deslocar-se, a qualquer momento, para o canal de parto, preparando-se para nascer. Os seus órgãos continuam a amadurecer mas o nível de consciência e coordenação motora estão agora perfeitamente estabelecidos. A gordura que acumularam nas últimas semanas encheram as suas formas. Como o espaço no útero é cada vez menor, poderá ser possível distinguir a forma do pé ou do cotovelo quando se movimentam.

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

13ª Crónica: Da esperança

Gostava de vos dizer que é fácil, mas não posso, porque não é. Mas acreditem que também não é sempre difícil. Com calma e esperança lá chegarão os dias em que conseguem sair de casa às horas planeadas, em que as noites são mesmo passadas a dormir, em que conseguem manter um nível aceitável de roupa suja no cesto, em que na loucura conseguem convidar uns amigos para jantar sem adormecerem em cima do prato. Sim, estou a dramatizar, mas acredito que esperar o pior não é sempre negativo. Neste caso em particular, baixar as vossas expectativas como pais é fazer com que as pequenas conquistas que vão (de certeza) alcançar sejam saboreadas com maior prazer. Haverá também alguns dias em que se perguntarão: "que ideia peregrina foi esta de querer ser mãe / pai?!?" porque as crias não trazem ticket de devolução, chegam para destrambelhar (palavra bonita) tudo e para a VIDA TODA. Escrevo estas palavras, como mãe há dois anos, e esta percepção da realidade ainda hoje me consegue assustar ... bolas. Não fomos todos talhados com mesma forma, e sim, temos ideias e sobretudo ideais diferentes. Negociar e ajustar um método de organização em casal é uma importante ferramenta para o bem da sanidade mental individual, mas também é necessária muita paciência e compreensão para as falhas. E não querendo vos desanimar a verdade é que falharão algumas vezes, é assim mesmo, com as vossas filhas, um com o outro, mas a esperança é a palavra-chave nesta equação. Fé de que tudo correrá bem, mesmo quando parece que vai torto. Isso, e muito amor.

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sábado, 9 de dezembro de 2017

Inspiração para o fim-de-semana #23


Não se preocupem se ao 1º mês de vida delas já não tiverem mais espaço de armazenamento para guardarem as milhares de fotos que vão tirar à MG e à FM. É normal que o feed da vossa galeria de fotos mostrem as vossas princesinhas (quase) sempre na mesma posição e que mesmo assim não consigam apagar nenhuma delas. Acreditem que uns meses mais tarde vão conseguir rever para as fotos e fazer uma triagem mais estratégica. 

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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Dica #24

Escolham já a (ou o) pediatra que acompanhará a MG e a FM. Não façam como nós que só depois do nascimento nos lembramos que a Carolina ia precisar de acompanhamento médico regular. (faceplam) À conta deste "esquecimento" só conseguimos consulta quase aos 15 dias de vida dela. (as agendas de bons pediatras são muito concorridas e só conseguimos vaga por indicação de outro paciente).

Esta primeira consulta deve ocorrer logo nos primeiros dias de vida das vossas princesas, ler aqui, e mais importante que as verificações que fazem (porque repetem um bocado aquilo que fazem no hospital) é terem um contacto de SOS. Há pediatras que dão endereço de e-mail, outros que dão o número de telemóvel, outros que não querem ser chateados. Esqueçam estes últimos. A pediatra da Carolina, Dra. Alexandra Almeida (que adoramos!), como é pouco dada às tecnologias deu-nos o número de telemóvel e quando não pode atender retribui a chamada. Resolvemos muitas dúvidas / preocupações apenas com um telefonema, sem sair de casa.

Logo após o nascimento decidimos que íamos fazer um seguro de saúde não tanto pelo desconto nas consultas de rotina, mas para termos outras opções ao público, caso fosse necessário, e ainda bem que o fizemos. Asseguramos uma paz e sensação de segurança só por saber o público não é a nossa única opção. Mesmo que não tenhamos (felizmente) recorrido muitas vezes às urgências, é francamente compensador darmos entrada e sermos logo atendidos, algo que devia acontecer sempre mas que sabemos que está muito longe da realidade. 

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Dica #23

A amamentação envolve muito mais do que colocar o peito à disposição do bebé, existe assim uma espécie de prolongamento dessa obrigação de consciencialização daquilo que ingeres, quase como se continuasses grávida. Por isso, em caso de alguma dúvida que não possas esclarecer com um profissional de saúde, no que diz respeito a medicação, há este site que ajuda.

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Contamos hoje ...


32 semanas. A audição está a ficar mais afinada. O ambiente é constantemente preenchido por barulhos, sejam estes os ruídos do teu estômago, do teu batimento cardíaco e do som do sangue que corre pelo cordão umbilical. O revestimento dos sacos dos pulmões contínua a segregar surfactante, essencial para as bebés respirarem depois de nascerem.

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

12ª Crónica: O dia em que o (resto do) mundo acaba

Há vários meses que deves sentir que o mote dos teus pensamentos mudaram, mas talvez ainda não tenhas reflectido muito sobre o assunto. Primeiro a ansiedade que os tratamentos corressem bem, que a gravidez decorresse sem problemas, a logística que envolve preparar as coisas para as receberes, os exames, as decisões, as dúvidas, foram te moldando na mãe que serás daqui a uns dias. O facto de ter tornares mãe não mudará o mundo, mas certamente mudará o teu foco para sempre, porque no dia em que os teus olhinhos conhecerem a tua mais perfeita criação vai perceber que te resta pouco tempo para te preocupares com o que está de fora da tua bolha. Vais precisar filtrar e priorizar mais ainda do que fazes agora. Não quero dramatizar demasiado e é claro que sobrará "espaço" para saberes da tua família, dos vossos amigos, mas em doses, digamos "diferentes" ... talvez até possas continuar a abraçar o mundo, como fizeste até agora, mas se não fores capaz não te sintas mal por isso. É muito normal. Por aqui é assim que me sinto, equilibrada e saudável. Eheheh.

Já noutro post referi que os primeiros meses da Carolina não foram fáceis, não porque ela fosse uma bebé difícil, não foi, ou pelo menos eu tenho esta imagem romantizada de que foi um docinho, mas porque como casal não compreendemos bem o conceito de que o resto do mundo "desvaloriza" à medida que os dias se desenrolam. Manter o mesmo ritmo e actividades requer muito mais do que vontade, requer energia. E não é fácil ficar fechado em casa, preocupados só com xixi's e cocós, mas é apenas uma fase. E esta afirmação serve para tudo, seja na maternidade como na vida, tudo passa. E demasiado rápido até, acredita! 

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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Dica #22

Agora nesta recta final da gravidez ouve muita música, daquela que não te canses de ouvir. Está provado que elas te ouvem no útero e que reconhecem os sons depois de nascerem. É algo fantástico, ainda ontem apanhei a Carolina com o telemóvel dela colado ao ouvido (um caco velho que os meus pais usam para a distrair ao almoço e que ela descobriu algumas músicas gravadas) deliciada a ouvir esta música em loop

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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

domingo, 5 de novembro de 2017

Dica #21

Se as tuas princesas forem do team chupeta é provável que em determinada altura ganhem umas borbulhas chatas à volta da boca. São um conjunto de factores que potenciam a "coisa", o frio, ser uma zona mais húmida, a Carolina teve alguns episódios que tratamos com isto. Há outras marcas pediátricas para o mesmo efeito perioral. Uma das vezes foi mais dramático e teve mesmo de tomar micostantin (medicamento receitado pela pediatra).

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sábado, 4 de novembro de 2017

Inspiração para o fim-de-semana #20


Nós não fizemos aquela sessão de recém-nascido que está na moda. Na altura pediram-nos um valor que não cabia no orçamento familiar disponível e como tínhamos sido nós a registar todos os meses a evolução da minha gravidez também nos achamos capazes de fotografar a Maria Carolina. Juntei uns acessórios fofinhos, fitas do cabelo com brilhantes, um tapete de pêlo, fiz uma coroa em eva, uns cachecóis grossos e apesar de não ter sido fácil temos alguns registos quase profissionais, eheheh. Se puderem façam a sessão profissional, são memórias que merecem ficar eternizadas.

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terça-feira, 31 de outubro de 2017

11ª Crónica: Baby blues

Agora minha Tânia Vanessa, quero que me prometas que ao primeiro sinal de depressão pós-parto vais pedir ajuda. Isto não tem negociação. Sem isso de esperares que passe, chorares em segredo, ou sentires-te um caco ... vais pedir e deixar que te ajudem, por favor.

Eu não tive depressão pós-parto, felizmente não me recordo de ter chorado, mas conheço quem tenha sofrido disso e sei que quanto mais tempo se ignora os sinais maiores são as repercussões negativas. Sabemos que se aproxima uma fase exigente, o momento em que darás à luz duas filhotas lindas!!! pode ser esmagador (overwhelming ficava bem melhor). Sabemos que serás uma irrepreensível mãe-leoa, com consciência de que a MG e FM precisam de ti, completa, por inteiro, mas o assunto não pode ser tabu porque infelizmente acontece, e por isso é muito importante perceberes o que se passa e cuidares de ti também.

Assim, promete-me que vais preservar a tua sanidade mental, que não vais deixar-te mergulhar em avalanches de sentimentos, que te vais concentrar em ti e no teu mundo. Promete-me que ao mais pequeno sinal de fraqueza falas com o Rui, com a tua mãe, com quem te ama e eu tenho a certeza que tudo vai correr bem.

O que outros dizem aquiaqui e aqui.

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domingo, 29 de outubro de 2017

Inspiração para o fim-de-semana #19


Nós não compramos o redutor do berço, mas fizemos algo muito parecido com um ninho usando um edredon do ikea e uma costureira com jeitinho. Parece-me uma boa aposta porque além de manter as bebés mais quentes agora no tempo mais frio, promove o conforto porque aconchega como se elas estivessem no útero. A Carolina dormiu dentro de um ninho até cerca dos seis meses, altura em que coincidiu com a mudança para o quarto dela e o início da primavera.

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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Dica #20

Há bebés que nascem ou desenvolvem crosta láctea durante o primeiro ano de vida. Não é bonito e apetece arrancar tudo com a unha, mas NÃO o faças. A Carolina ganhou no couro cabeludo alguns meses depois de nascer, mas com alguma paciência, porque não sai de uma semana para a outra, e um shampoo próprio recomendado pela pediatra, passou. Mais dicas aqui.

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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Contamos hoje ...


28 semanas. O desenvolvimento dos pulmões está quase terminado. A quantidade de gordura também está a aumentar, o que vai facilitar a equipa médica a determinação da posição das bebés. No entanto as bebés ainda precisam engordar de maneira a regular a sua temperatura própria quando estiverem fora do útero. No que toca a movimentos, as bebés podem mexer-se fazendo puxões na barriga para te mostrar que não estão confortáveis. Se as bebés ouvirem um som forte, podem assustar-se.


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Dica #19

Compra um caderno ou faz download de uma aplicação no telemóvel para registares as mamadas e dejectos das tuas princesas. Parece exagerado, eu também achava, mas acredita que vais querer saber responder quando algum profissional de saúde chegar ao quarto a questionar há quanto tempo elas mamaram ou quantas vezes já fizeram cocó/xixi, são pormenores muito importantes nos primeiros dias. E agora podes estar a pensar, "não preciso, eu consigo lembrar-me", well, só te digo isto, a memória foi a primeira faculdade que me abandonou após-parto ... Eheheh. E por essa razão já não te consigo dizer qual app usei, existem muitas ("feed baby", "mãe coruja" são dois exemplos) pesquisa e vai experimentado a que consideras mais fácil. Tive uma amiga que preferiu anotar em papel, são opções.

Em relação à amamentação é importante registar a hora, duração e não sei se precisarás de saber em qual das mamas terminaste (para começares na outra mama na vez seguinte) porque como terás de alimentar duas filhotas vais mesmo usar as duas mamas, será algo que terás de avaliar com a tua experiência. Em relação às fraldas a hora e a consistência da dita, se cocó, se xixi ou se ambos.

E isto porquê? Porque o peso das princesas será uma das tuas preocupações nos primeiros dias, é normal perderem (se não me falha a memória) até 10% do peso de nascimento, mas depois dessa fase existe um margem de aumento diário que é exigida e o "quantas vezes mamou mamã?" é questionado caso essa margem não se verifique. Assim como os xixis e cocós significam que o sistema digestivo delas está a funcionar correctamente e portanto é meio caminho andado para não sofrerem de cólicas. Mas descansa que a tortura dos registos não durará muito tempo, desde que após alguns dias as "operações" decorram normalmente e com tranquilidade podes "desligar" e confiar. 

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sábado, 21 de outubro de 2017

Inspiração para o fim-de-semana #18


Hoje reúnem-se os amigos e fazemos uma festa às princesinhas. É esperado muito amor, por isso é bem provável que se torne numa data inesquecível. Que assim seja.

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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

10ª Crónica: O amor que triplica

A parentalidade é a maior prova de fogo de um amor. Saber dosear e distribuir o amor não é uma tarefa fácil, nem sequer sei se é uma tarefa possível. O que aprendi é que a compreensão deve ser bidireccional e estar presente em todos os vossos momentos. No vosso caso o pai não tem grande hipótese de se sentir "excluído" nesta equação, são duas princesas que vão exigir muita atenção pelo que as tarefas terão de ser obrigatoriamente distribuídas pelos dois, aliás, faz sempre questão que assim aconteça. Mas sim, é normal que por um tempo se esqueçam um do outro, dos mimos, e afins ... lutar para que esse "afastamento" seja apenas uma fase parte apenas de vocês, os dois. Infelizmente não conheço a fórmula mágica que faz resistir o romance, mas sei que a vontade da pessoa que está ao nosso lado faz toda a diferença nesta, por vezes alucinante, viagem. E é por isso mesmo que eu acredito que ambos estarão à altura deste desafio ...

E sejam muito felizes.

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dica #18

Entretanto, e porque o mundo evolui a cada segundo já existe um melhor (dizem) substituto para o bebegel, o melilax. Esperemos que não seja preciso, mas informação a mais não estraga.

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

9ª Crónica: A magia do nascimento

Mesmo que durante a gravidez nos sintamos já mães, numa versão de super-mulheres, a verdade é que há um clique que se dá no momento em que lhes colocarás os olhinhos em cima. É um misto de sentimentos, amaste aqueles pequenos seres desde que ouviste os seus coração baterem, mas amaste alguém sem rosto, sem cheiro, sem lhes tocares. O momento em que elas se materializam, aquele instante em que os teus braços parecem insuficientes para as segurares, vais rir, chorar, mas sobretudo ficar deslumbrada com o milagre de teres gerado duas filhas lindas que passarão directamente para o topo das prioridades. Não importa se estás doente, porque cuidarás delas com a mesma energia. Não importa que sintas frio, porque o teu casaco cobrirá sempre as suas pernas. Não importa que te desleixes, porque a elas não faltará aquilo que consideras o melhor. Não importa que sintas fome, sono, cansaço, porque a elas sorrirás sempre. É assim mesmo, um amor que nos explode em todas as células e que passarás o resto da tua vida a tentar conter em doses saudáveis.
   
Os minutos que antecederam o meu parto foram "assustadores", não na medida de que com uma cesariana corresse perigo de vida, mas porque eu não assistiria ao nascimento da minha filha. E quando acordei da anestesia geral lá estava eu, sozinha, máscara de oxigénio na cara, cheia de fios, como se tivesse sido atropelada por um camião, com respectivo atrelado, e não sabia onde estava a minha filha. As enfermeiras percebem os meus movimentos e aproximam-se, procuro a Maria Carolina com o olhar e uma delas vai buscá-la e deita-a em cima de mim. Literalmente esborracha a cara da miúda em cima da máscara. (seriously?!?) Ficamos ali as duas num namoro silencioso, eu a admirar cada centímetro do seu rosto e a segurar nas suas mãos minúsculas, até que alguns minutos depois o Martinho chega à nossa beira e, com o sorriso mais rasgado que algum dia lhe vi, diz "a nossa filha é linda" ... e boom, o mundo mudou para sempre.

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terça-feira, 10 de outubro de 2017

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Leitura obrigatória #6

Mais dicas sobre a amamentação aqui. Envia o teu e-mail para saberes mais ...

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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

8ª Crónica: Da superação

Já falamos pessoalmente o quanto nos irrita profundamente o mito urbano de que a gravidez não é doença, porque depois são várias as "doenças" que vão condicionando a nossa qualidade de vida à medida que a barriga aumenta. Sabes, não sei se acredito naquelas mães que afirmam chegar ao termo da gravidez frescas e fofas, sem nunca terem tido um enjoo, uma azia, uma retençãozita de líquidos, umas hemorróidas, uns diabetes alterados, um episódio de hipertensão (e por aí diante). Nada?!? Humm ... A minha teoria é que todas estas maleitas fazem parte do espírito de sacrifício que necessariamente nos acompanhará o resto da vida. Deve ser por isso também que antes de termos a criança nos braços até as noites mal dormidas nos preparam para a fase zombie ... acho que a gravidez deverá ser encarada como uma espécie de estágio, em que vamos aprendendo a funcionar com todas as faculdades mesmo sentindo-nos um verdadeiro caco. Eheheh. 

Mas numa coisa o povo tem razão, as vidas de quem é pai/mãe nunca mais serão iguais. Tu nunca mais será a mesma, é um facto. Eu acredito que nos tornamos assim uma versão melhorada de nós mesmas, à excepção da memória que essa c@bra parece que nos abandona para sempre, mas o tempo ajuda. E as nossas vidas mudam não apenas no momento do nascimento, este rodopio começa logo no momento da confirmação da gravidez até ao nosso último suspiro. No vosso caso a luta começou bem antes, os tratamentos a que se dispuseram, fazem de vocês imbatíveis nesta saga de superação que a parentalidade nos exige. Mesmo que em alguns momentos o medo e o desespero possa dar sinais de querer tomar conta de nós, do nosso raciocínio, da nossa alegria, não o nego, mas é, sem dúvida, um caminho muito mais doce.

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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Dica #17

Não lhes comprem sapatos. Esta afirmação pode soar um pouco radical e estúpida, mas de facto nos primeiros meses elas não precisam mesmo, além de que é um acessório pouco confortável, vais perceber quando andares sempre a apanhá-los do chão. Quando iniciarem a aprendizagem da marcha (o que pode acontecer a partir dos 10 meses, mas a Carolina só andou quase aos 14 por exemplo) a melhor forma para elas aprenderem é caminharem descalças. Se quiserem comprar-lhes sapatos para saídas, ou porque não gostam de ver bebés só de meias, dispensa os modelos caríssimos, lembra-te que é mera decoração. Ainda há pouco tempo perguntei à pediatra da Carolina se não devíamos consultar um ortopedista porque é visível que coloca os pés para dentro e a pediatra desvalorizou e pediu que a deixássemos andar descalça o maior tempo possível e nos mais variados pisos (relva, terra, areia seca, areia molhada). Até aquele mito de que as solas dos primeiros sapatos devem ser grossas, tipo ortopédicas, foi desmitificado, agora quanto o maior contacto com o chão melhor. Lá por casa adoptamos as meias, usamos sapatos emprestados para uma ou outra ocasião, sempre com medo de perdê-los, pfff. Quando começou a caminhar não fizemos questão de nada, era o que lhe dessem ou emprestassem, seja zippy, zara, chicco, outras marcas de sapataria, ainda não investimos muito dinheiro ... Sai de casa calçada, mas mal chega a casa anda de meias, sejam anti-derrapantes ou não, vale tudo.

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

7ª Crónica: As Visitas

Acabaram de ser pais, querem mostrar ao vosso mundo o quanto as vossas filhas são lindas, mas vais estar sensível, as tuas hormonas vão achar-se numa montanha-russa e não vão querer ser "avaliados" pelos outros logo assim à partida. A aprendizagem e a sintonia que se criará entre os quatro não será instantânea, irá requerer muita paz, amor e rotinas também. O pai cá de casa não entendeu bem este (tão!) importante conceito das rotinas nos primeiros meses, acreditava que não precisava de ser inibir de nada e "sofremos" todos um pouco com isso. Eu recebi visitas para jantar logo no dia seguinte da (tão desejada) chegada a casa, depois de estar 9 dias internada, e apesar de ter sido família não é bem a espécie de serão que queres fazer ... fisicamente ainda não estava pronta para a maratona e tinha uma bebé para me familiarizar. Recordo especialmente do momento da amamentação que era muito aguardado (acho que não ninguém ia embora enquanto eu não desse de mamar), com muitos olhos em cima de nós duas, e como deves imaginar não é de todo um quadro tranquilizador.  

Acredito na sensibilidade das pessoas que te rodeiam, mas se achares importante reforçar informa os teus (sejam amigos, familiares, colegas, etc) que os convidarás a vossa casa quando sentirem que as condições estão reunidas. Não se sintam desconfortáveis, é muito normal e quem não o entender, paciência, há-de passar. Pensa em vocês em primeiro lugar, em segundo, em terceiro ... É provável que nem com esse "recado" vão conseguir evitar uma corrida à vossa porta de entrada assim que chegarem a casa ... mas lembra-te que tu tens o poder, se não for da tua vontade, se estiveres a precisar de paz, refugia-te no vosso quarto, tens todo o direito. É uma viagem que vai precisar de ti a 1.000% por isso podes tudo.

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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Contamos hoje ...



24 semanas. Os pulmões continuam em desenvolvimento. Já praticam intensamente a respiração, fazendo entrar e sair dos pulmões pequenas quantidades de líquido. Os ossos estão a tornar-se mais duros e possuem a quantidade normal de músculos. As ondas cerebrais chegam a revelar que têm agora a mesma actividade que um recém-nascido. O aumento da pulsação revela que reagem aos sons, nomeadamente aos barulhos fortes. Quanto ao movimento, poderás sentir um pequeno movimento ritmado na barriga, o que quer dizer que estão com soluços. Agora reagem muito mais ao toque e aos sons.


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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

A queda de um mito

(ou a descoberta de que não sou assim tão boa mãe como acredito ser)

Toda a minha vida ouvi que as mães percebem o choro dos filhos. Se é fome, se é fralda suja, se são os dentes ou se está com TPM. (brincadeirinha) Acontece que comigo, do alto da minha longa experiência de 23 meses como mãe da Carolina, eu nunca percebi porra nenhuma. Já contei aqui a história das cólicas e do ben-u-ron, certo? Pois ... (facepalm) E na verdade continuo sem perceber, mas a diferença é que agora já lhe pergunto e algumas das vezes, poucas ainda, até consigo uma resposta, ora "pepé" porque quer a chupeta, ora "doidói" porque se magoou, ora basicamente é ignorar o choro porque é uma apenas grande birra. Devagarinho havemos de lá chegar, mas não foi de todo esse processo instintivo e automático mal pomos os olhinhos em cima da nossa cria, como nos fazem crer. 

Lá em casa o meu método baseou-se na "tentativa e erro". Se a Carolina chorava e já tinha passado algum tempo da última refeição toca a dar comida à criança, se ela rejeitava a mama mas o choro continuava trocava a fralda, se o choro persistisse talvez estivesse presa dos intestinos e levava com o bebegel ou com massagens. Também chegou a ir ao banho, que a acalmava sempre, mas às vezes ela só queria mesmo que a passeássemos, dentro da mesma divisão já era suficiente, nunca foi muito exigente. Isto para te dizer que se as tuas princesas chorarem sem saberes o que lhes hás-de fazer é normal. E se todas as outras mães contradizerem esta minha teoria, olha, pelo menos és "anormal" como eu, sem medo vai experimentando, alguma coisa há-de funcionar, nem que seja uma dose de ben-u-ron. Eheheh. 

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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Dica #16


Rabinhos assados cá em casa tratam-se sempre com mitosyl, aprovado pela pediatra. Depois de passada a fase do óleo de amêndoas doces como protector da pele, e porque a pele dos bebés vai mudando e "exigindo" mais, colocava este creme formando uma fina camada branca (às vezes grossa, eheheh) com regularidade entre as mudas de fralda, mesmo sem assaduras. De alguns meses para cá, não existindo necessidade extra, só coloco na última fralda do dia, porque só lha tiro na manhã seguinte e acredito que assim a pele estará mais protegida. Vai-se lá saber se é mesmo verdade. Só numa altura qualquer, porque a Carolina teve umas borbulhitas chatas que não passavam, incluimos o cicalfate da avène, também recomendado pela pediatra. A forma de aplicação deste creme é diferente, devemos massajar a pele até que o creme seja totalmente absorvido na totalidade.

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Dica #15

Sobre os biberões. Aqui está um dos meus erros. Ainda grávida, mesmo sem saber como iria correr a amamentação, fiz questão de comprar um biberão Dr. Brown, que diziam ser maravilhoso na questão das cólicas. Acabou a servir para a minha mãe dar água à Carolina (com a introdução da comida) ou até dar-lhe a sopa nos dias mais difíceis. Logo após o nascimento, e por causa da bomba de tirar leite fui comprar biberões de armazenamento e esta tetina. Os biberões, deram aquele jeito relativo enquanto usei a bomba, mas a tetina não chegamos mesmo a utilizar, porque nunca percebemos como aquilo funcionava. (facepalm) Enfim, dinheiro ao lixo. Entretanto, quando a Carolina passou ao leite artificial falava-se muito dos biberões nórdicos da twistshake e acabaram por ser os eleitos até hoje. Apesar da Carolina já beber perfeitamente do copo, e sozinha, o leite da noite - que bebe perto da meia-noite, quando já dorme profundamente - só é possível porque é dado com o biberão. É rotina já, se não lhe damos ela chora a pedir. Não são biberões muito caros, comprei com 30% desconto (fazem várias campanhas), e simplesmente adorei o pormenor de cada biberão trazer um pequeno recipiente para transportar o leite em pó, que cabe dentro do próprio biberão e portanto é menos um tupperware para ocupar espaço na mala. Less is more. 

Entretanto, numa primeira fase, fervia sempre os biberões antes de cada utilização numa panela (não comprei esterilizador), mas depois acabei por "esbarrar" numa conversa de um médico que dizia que os biberões dos filhos nunca tinham sido esterilizados, apenas bem lavados. Apanhei essa deixa para passar a fazê-lo talvez uma vez por mês, eheheh. Também cheguei a comprar este detergente próprio na farmácia, e o respectivo escovilhão, e apesar de sentir que os biberões ficavam mesmo bem limpos, era um custo adicional que optei por não continuar. Há alguns meses que meto os biberões na máquina de lavar loiça e lavo as tetinas à mão. Com alguma frequência fervo água e passo pelas tetinas e chupetas.

É claro que é preciso ter cuidado com a higiene dos biberões, principalmente nos primeiros meses, se não amamentares, porque as batérias podem causar uma gastroenterite (é uma grande chatice), mas a verdade é que os bebés precisam de germes para desenvolver o sistema imunitário. Antes de ser mãe recordo-me de uma ladainha que referia a atitude de uma mãe relativamente à queda da chupeta, "no primeiro filho esteriliza-a, no segundo filho passa-a por água, no terceiro filho dá-a directamente do chão". Ora, se eu vir que a chupeta caiu (sim, porque depois de começarem a gatinhar já não estás sempre de olho em cima, ou pelo menos eu não estou, e tenho noção que a Carolina a larga em sítios menos limpos e que depois a mete à boca, na maior descontracção) tem vezes que lavo, tem vezes que não, depende do chão. Eheheh. 

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Dica #14

O teu sono. Sim, o sono das tuas princesas será a vossa preocupação número 1, mas o teu sono deverá ser a tua preocupação número 2. Várias mães te dirão o sábio conselho "dormir quando a cria dormir". Com a vossa dose dupla será ainda mais exigente conseguires cumprir, mas naqueles momentos em que as tiveres a dormir ou prontas a fazê-lo, esquece a pilha de louça na cozinha, esquece o cesto da roupa suja, esquece que precisas de limpar o cocó/xixi do cão, esquece até se achares que dava tempo para tomares banho, tu DORME! Tudo o resto terá o seu tempo, mas o teu equilíbrio é que não pode estar comprometido quando tens o melhor do teu mundo para cuidar. Eu fiz tantas sestas maravilhosas com a Carolina, com os nossos rostos coladinhos para sentirmos a respiração uma da outra. Claro que tive uma boa equipa de retaguarda, o almoço chegava todos os dias lá a casa pronto (comeres bem e a horas é importante se estiveres a amamentar), não tinha de tratar das roupas, os meus pais foram (e são) incansáveis. Por isso não rejeites ajuda, e com os teus pais longe ponderem contratar alguém que vos ajude, podes não conseguir perceber agora a dimensão da exigência, e pode não parecer, mas será o dinheiro mais bem gasto em prol do bem-estar das vossas filhas, acredita. E quando falo de ajuda é deixares que cuidem da vossa casa, não no sentido de alguém tomar conta das princesas para andares tu em modo "borralheira" à volta dos panos e tachos ... Deixares que alguém te substitua no papel de mãe só por 5 minutos para, finalmente, tomares aquele tão desejado banho.

Esta parte devia ser segredo, que não é bonito de se dizer, mas tomar banho foi um acto bastante subestimado da minha parte enquanto estive de licença de maternidade. Eheheh.

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sábado, 9 de setembro de 2017

Inspiração para o fim-de-semana #12


E dicas de arrumação fantásticas aqui.

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Curiosidades #1

O signo solar da MG e da FM provavelmente será sagitário. E embora os signos seja só para crentes há características que não podemos negar.

E sobre a criança sagitário dizem: "tem uma vitalidade, entusiasmo e energia contagiantes. Para ela a vida é uma festa! Sempre bem-disposta e com vontade de enfrentar desafios, a criança precisa de espaço para agir e resiste à imposição de limites e restrições." 

Para ler mais aqui.

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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Esta é "A DICA"


Atentem, este é o vosso melhor amigo, o chamado "barulho branco". Lá em casa nos primeiros meses dormíamos TODOS com esta banda sonora maravilhosa de fundo. Ou talvez não fosse assim tão boa, mas vale tudo pela continuidade da nossa sanidade mental. Este ruído, que se assemelha ao som que ouvem no nosso útero dizem os entendidos, consegue acalmar o bebé e proporciona-lhe a sensação de segurança que perdeu ao nascer. Eu comprovei a eficácia desta teoria. 

Há também aplicações para IOS que reproduzem outros inúmeros sons, como trovoada, chuva, mar, chilrear, vento, tempestades ... lá em casa usamos T-U-D-O.

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Dica #13

O saco das bebés. Há mães de gémeos que optam por terem dois sacos, um por cada filho, mas a minha opinião, mesmo mãe de só uma criança, é: "se um saco atrapalha, dois sacos atrapalham muito mais". É claro que se estivermos a falar deste mesmo saco para transportar as coisas delas para a maternidade não chega, é um facto, mas para isso podem usar uma mala de viagem normal e deixar o saco para outras coisas, como por exemplo, as primeiras mudas de roupa, se não as quiseres juntar na mochila do pai. Acredito que de futuro um saco será suficiente. Numa primeira fase vais perceber que uma mãe prevenida nunca sai de casa sem uma muda de roupa, fraldas descartáveis, fralda de pano, creme, toalhitas, babete, casaco, chapéu, comida / bebida, brinquedo ... (a lista continua, mas não vale a pena assustar-te já, eheheh.), mas com o tempo perceberão que as palavras de ordem serão descomplicar / simplificar.

O saco da Carolina foi oferecido pela avó e foi motivo de muita procura da minha parte, porque não queria algo muito grande (há mães que parecem que vão de férias), nem muito caro (há sacos a custar 80, 100 euros, seriously?!?), e acabei por escolher um da tuc tuc, todo menininha, que custou cerca de 40 euros. Para além das lojas físicas existem lojas online que personalizam em versões giríssimas, mas não propriamente baratas e não consegues perceber a qualidade. Também existem várias marcas de produtos de higiene que oferecem na compra de produtos, poderá ser uma opção no caso de um orçamento foi mais reduzido. E talvez seja uma escolha inteligente, afinal de contas, o saco da Carolina saiu à rua só nos primeiros meses, um ano talvez. Só me custa pensar que este investimento implica a escolha de uma marca que possa ser para o lixo, no caso de alguma alergia. No meu caso, quando percebemos que a necessidade do saco se reduzia às fraldas decidi meter no porta luvas do carro fraldas e toalhitas e cometíamos a loucura de sair de casa, caso fossem saídas curtas, só com a Carolina ao colo. Também já nos correu mal uma vez, porque ela vomitou e tivemos de ir a uma loja comprar-lhe roupa, mas lá está, foi só uma vez. Nesta fase da Carolina acho mais práctico e funcional, principalmente se quero que o pai carregue, que seja uma mochila. Para esse efeito comprei uma mochila super simples, azul ganga da zippy, para aqueles dias das saídas mais demoradas e que exigem uma maior logística. É mais fácil de transportar e assim já não interfiro com a masculinidade do pai. Eheheh.

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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Dos imprescindíveis #4


A almofada de amamentação. Como referi numa das publicações atrás usei-a logo no nascimento, era da chicco e deu um jeitão. Não apenas como auxiliar maravilhoso para colocar a Carolina na altura ideal do peito (mesmo que depois de algum tempo de experiência até se dê de mamar em pé) - mas também para servir de apoio quando estamos na fase de treinar a sentar, por volta dos 6 meses. Também há mães que usam durante a gravidez para ajudar na posição de dormir, eu sinceramente não experimentei. Além disso, esta almofada não serve só às mães, o pai lá de casa também se consolou algumas vezes com ela como almofada (eheheh) e quando deu o biberão (nas poucas vezes que usei a bomba de tirar leite).

Como a minha almofada foi emprestada acabei só por comprar uma forra rosa, mariquices de mãe de menina, que servia nas almofadas da Toti Kids. Recordo-me nesta loja as almofadas eram a um preço mais acessível do que na maioria das lojas, se bem me lembro custavam cerca de 35 euros, mas também poderá ser uma opção pedires a uma costureira com jeitinho. Só vejo um senão, como o enchimento é específico, moldável, o efeito final não ficará tão fofo ao tacto. A Toti Kids habitualmente oferece 20% desconto a clientes, não sei é se incluem estes artigos mais pequenos.

Outra opinião aqui

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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Dica #12

Sobre o pente e/ou escova para pentearem as princesas. Dependendo do volume das cabeleiras os primeiros meses habitualmente usa-se a escova porque é só para endireitar a fina penugem e quando tem algum comprimento é que passamos ao pente. No entanto, recordo com um sorriso que no teu casamento vimos um bebé que já tinha mais cabelo com 3-4 meses do que a Carolina tem agora com quase dois anos. Eheheh. De qualquer forma é mais habitual os bebés nascerem com pouco cabelo, a Carolina tinha só uns pelitos que acabaram por cair, é normal. Novamente a Chicco tem este conjunto, que quase foi a nossa escolha. É praticamente inevitável não associar os produtos de puericultura a esta marca, apesar de não ser de todo a minha marca de eleição, a verdade é que serve muitas vezes de referência. Acontece que o padrinho da Carolina numa conversa informal alertou que os pêlos dessa escova eram um pouco duros e por isso pedi para experimentar na loja e achei o mesmo. Assim, a nossa busca pela escova perfeita foi um bocadinho mais demorada do que seria de esperar, porque queria algo suave para a cabeça da minha filha, ora bolas. Acabei por encontrar na Toti Kids (norte ou marshopping), já não me lembro da marca, mas mostro-te no sábado.

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Olhóóó passarinho

Não, afinal é só um passatempo, aqui. Não custa tentar, boa sorte!


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domingo, 3 de setembro de 2017

Da Mala, Da Maternidade (e afins)


Cada maternidade tem a sua própria lista recomendando o que devemos levar, mas além da lista eu teria ainda em conta o seguinte, numa mochila que o pai tivesse por perto:


  • Uma garrafa de água, sumos e alguma coisa de comer para ele. Tu vais ter de penar um bocadinho, só podes comer o que te é dado ou autorizado, mas assim ele já não precisa de sair da tua beira nem por um segundo. Livros, revistas, as vossas músicas preferidas. Espera-se que o teu parto seja programado e por isso rápido, crossing fingers, mas se por alguma razão o médico tiver de fugir e demorar vão precisar de se entreter. 
  • Máquina fotográfica (com a bateria carregada)
  • Telemóvel e carregador

Entretanto, as primeiras mudas das princesas também devem logo acompanhar-te à entrada, por isso podem também ir na mochila do pai. De uma das minhas visitas às urgências, ainda grávida, vi uma mãe a entrar apenas com o saco da 1ª muda na mão e realmente é o fundamental. O resto das malas podem ficar para depois o pai carregar. Se souberes que quando deres entrada irás ao quarto podem levar tudo, mas se primeiro deres entrada no bloco de partos não há necessidade de andarem carregados. Convém perguntarem quais são os procedimentos. Há mães que fazem ou compram sacos personalizados para cada um dos dias de internamento, eu optei por fazer só 1 saquinho de pano na costureira para a primeira roupa e as seguintes mudas foram separadas em sacos de congelação do ikea, um must. Eheheh. Dentro desse 1º saquinho, além da muda de roupa (body, preferencialmente de cruzar à frente; calças de algodão; babygrow ou conjunto de duas peças, fralda, gorro, luvas, meias e casaco sem pêlo) inclui uma manta. O hospital estará quente, mas os bebés precisam de muito calor nas primeiras horas de vida para se sentirem confortáveis.

Mas ainda sobre a lista da maternidade, há uma base semelhante transversal a todos os sítios, mas depois há pedidos específicos ou necessidades ajustadas, consoante privado / público. De qualquer forma também podes ter a tua própria opinião e incluir outros itens que consideres importantes. Eu por exemplo levei a almofada de amamentação, o quarto tinha uma poltrona e facilita muito quando dava de mamar sentada. Da minha lista decidi não levar a cinta (dizia facultativa) porque do que ouvi durante o curso a cinta torna o nosso corpo mais "preguiçoso" à recuperação, porque comprime os músculos. Mas há que defenda que torna a barriga lisa mais rapidamente. Não sei quem terá razão. Usei cinta enquanto grávida para ajudar com o peso da barriga, mas no pós-parto não usei, é uma opção tua. O sítio que escolheram para o parto será um tiro de sorte no escuro que espero que acertem em todos os sentidos. Conheço partos fantásticos em locais que já deviam ter encerrado, e locais fantásticos onde falha a componente humana. O CMIN, a maternidade onde a Carolina nasceu, é uma espécie de hotel 5 estrelas neste mundo dos nascimentos, mas teria sido escusado estar 46 horas à espera para acabar a fazer uma cesariana com anestesia geral. No fim tivemos a felicidade "empurrada" de termos ficado num quarto privado com casa de banho gigante, ar condicionado e televisão. Nunca a ligamos, naquele quarto já estava todo o nosso mundo, não queríamos saber do resto para nada. Além disso, com uma boa dose de compreensão do staff o pai foi autorizado a dormir lá duas noites. Infelizmente não ficou na primeira noite, é muita emoção para lidar e mais ainda difícil pelas limitações físicas fruto de uma cesariana. As nossas hormonas estão aos saltos e o simples facto de estar é fundamental.

Recordo também que passados 3-4 dias de internamento estava desesperada por regressar a casa, a cada visita da médica perguntava quando teríamos alta, mas agora tenho consciência de que até não foi muito mau ter uma enfermeira a poucos metros de distância (mesmo que tenha evitado o máximo chamá-las) e uma cama articulada que me ajudava a levantar, minimizando o desconforto dos pontos. E sobre as maravilhas dessa cama articulada recordo que na primeira vez que me levantei, não usei aquela argola pendurada, e ia morrendo com as dores na cicatriz, não o faças. Naquele momento acreditei que tivesse rasgado alguns pontos, o que pode ter mesmo acontecido em alguma das sete camadas de pele que nos são cozidas, por isso usa e abusa da cama e das pessoas que estão contigo para te colocarem as bebés em posição de mamar, enfim ... cuida-te!

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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Dica #11

E sobre a manicure das tuas princesas. Normalmente os bebés nascem com garras e é importante incluir um par de luvas na 1ª muda de roupa, ou na mala da maternidade, ou elas vão arranhar-se todas. Tinham-me aconselhado no curso de preparação para o parto a comprar limas e então comprei um kit na farmácia, sem marca e portanto mais económico, que incluía também a tesoura de pontas redondas e o tradicional corta-unhas, tudo em formato mini. Nos primeiros dias, ainda na maternidade, eu simplesmente não consegui limar nada ... Se as mãos são pequenas, os dedos são ainda mais e as unhas quase microscópicas. Além de super finas estão moles, por isso optei que ela andasse quase sempre de luvas. Quando fomos para casa simplesmente fiquei rendida ao corta-unhas, não sei se para mim foi mais fácil por já usar em mim, mas é o único utensílio que uso até hoje. O kit da chicco não é muito caro, cerca de 15 euros acho eu, mas não tenho qualquer feedback para dar sobre o material. O meu custou cerca de 5 euros, e dá muito bem até hoje.

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Dos imprescíndiveis #3


O baloiço / espreguiçadeira e a cadeira de refeições. Embora a cadeira da papa possam deixar para comprar mais tarde, salvo indicação contrária a idade para começarem as refeições - sopa e papas - será só aos 6 meses, o baloiço poderá ser bastante útil logo após o nascimento das princesas. E venho falar destes acessórios juntos porque temos este conjunto maravilhoso da stokke, que foi daquelas paixões-à-primeira-vista, quando ainda grávida, mas na altura nem sequer consideramos tamanho investimento porque não conseguíamos antever os benefícios do uso, quando existem no mercado tantas opções mais económicas. Conhecendo hoje o que usamos não teria hesitado em fazer esse esforço extra. Mas tivemos sorte, os padrinhos da Carolina emprestaram-nos o baloiço, que adoramos e usamos até à exaustão - cerca dos 10/11 meses, basicamente até a Carolina dar sinais que queria era gatinhar e percorrer a casa. E como prenda de nascimento ofereceram as peças que compõem a cadeira da papa (3ª imagem), por isso alternávamos entre a 1ª imagem (em cima do sofá) e a 2ª imagem. Gostava particularmente desta última posição porque ela fazia-nos companhia quando estávamos à mesa, ao nosso nível. Para as casas dos avós compramos duas cadeiras de refeição do Ikea que servem muito bem para o gasto, bem baratinhas. 

Mas ainda sobre o baloiço, também nos ajudou porque a Carolina nunca quis adormecer ao colo. E como queríamos que ela percebesse a diferença entre o dia / noite, à noite adormecia na cama dela e durante o dia dormia no baloiço na sala, na cozinha, whatever. Quando não me apetecia fazer a nossa sesta deliciosa juntas, bastava meia dúzia da abanões e lá ficávamos no sofá, ela a dormir e eu a ver televisão. Também chega ali uma fase em que elas não querem estar sempre deitadas e assim podem estar atentas ao que as rodeia. Cheguei a levar muitas vezes a Carolina para a cozinha enquanto estava a cozinhar. Nunca reclamava de estar no baloiço, sempre foi bastante sossegada e independente, provavelmente isso ajudou-nos a ter esta imagem positiva. Não é um conjunto barato, porque é tudo pago à peça, mas é um sistema evolutivo e no futuro complementará a secretária de estudo dela. De qualquer forma esta é só a nossa opinião e existem no mercado outras opções para o mesmo efeito, até bem mais económicas, de certeza já as viram nas lojas de puericultura, tipo zippy, chicco, pré-natal... O corredor do norteshopping é um mar de opções, mas tenham só em atenção que a posição seja o mais vertical possível, não é aconselhado que as bebés fiquem numa posição "enrolada" mais de 2 horas seguidas, conforme indicações para uso do baby coque também.

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Dica #10


O pano, a mochila, o sling, qualquer que seja o nome para este acessório que aproxima mãe e bebé parecia-me assim o supra sumo no transporte de bebés, pelo menos durante os primeiros meses. Apesar de ver muitas mães a usar esse acessório com bebés já grandotes a esperança não era muita para o meu caso, porque a minha estrutura física não me permite carregar muito peso sem que pareça que vou cair a todo o instante, mas mesmo assim acabamos por comprar este sling. Não vou dizer que foi um óptimo investimento, não foi muito caro (cerca de 50 euros), mas usamos meia dúzia de vezes e sinceramente nunca achei que a Carolina fosse muito confortável ali dentro. O que deu algum jeito foi uma mochila deste género que nos emprestaram quando fomos aos Açores. Apesar de termos levado o carrinho o que nos salvou as férias foi o pai transportar a Carolina (na altura com 7 meses) dessa forma, libertando-nos para percorrer alguns caminhos de outra forma inacessíveis. Em trilhos mais demorados nem assim nos aventuramos, porque mesmo com a mochila ela continuava a pesar. E se descer uma montanha nos podia parecer divertido pensar em subi-la fazia-nos perder a vontade. Eheheh. Recuando no tempo talvez tivesse investido nesta mochila, porque dá desde o nascimento, dos 3,5kg aos 15 kgs. Assim, a Carolina agora com 22 meses, e cerca de 11 kgs, ainda poderia usufruir. No vosso caso cada um terá de transportar uma princesa, o investimento é a duplicar, por isso pensem um bocadinho mais do que nós nos benefícios que daí podem resultar.

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Em cenas dos próximos episódios #4

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Criar o ninho

Esse tão especial sítio que me levou tantas horas de sono. Há deliciosas sugestões no pinterest, eu própria criei este álbum para me servir de inspiração quando idealizei os quartos da Carolina. Até agora já foram dois e ainda não chegamos aos 2 anos. Eheheh. Isto para vos dizer que as vossas expectativas em relação às opções que tomem podem correr muito bem, mas também podem sair furadas. Eu sou apologista em criar magia no quarto que escolherem para elas, personalizando-o aos gosto dos dois, mas não necessariamente comprar-lhes mobiliário que dê até entrarem para a faculdade. As idades e os gostos, primeiros os vossos e depois os delas, vão "exigir" alterações com alguma regularidade por isso defendo que o ikea, com pormenores tão giros que se encontram pela internet e nas lojas de decoração, são suficientes. Imaginem que quando elas crescerem até querem beliches ou dormir juntas numa cama de casal. O facto de não investirem muito dinheiro em mobiliário facilita a tal mudança quando sentirem essa necessidade. Como sabem a Carolina começou os primeiros meses num parque, esteve seis meses no berço, foi parar à nossa cama outros tantos até concretizarmos a ideia da cama que desejava, segundo o método montessori. Não há como não adorar a cama-casinha, apesar de ser pouco práctica para pais grandes, a mim que sou pequena aquelas traves já me proporcionaram alguns galos, mas acredito que é uma ajuda importante no processo de tornar as crianças mais independentes. Mas também temos noção que ela não vai dormir ali muitos mais anos, mais um ano ou dois e passará para uma cama de solteiro e aí talvez toda a decoração mude outra vez. Ou não, que o pai mata-me. Eheheh.

Por exemplo, aquela ideia de quarto que publiquei aqui, resolve-se comprando dois berços e dois colchões que pode custar entre 160 a 300 euros, consoante a qualidade / modelo no ikea. Deixem que a decoração dê o toque especial. De Ikea a Zarahome kids, h&m online, vertbaudet, deborla, aliexpress, little cloud, el corte inglês, a costureira lá da terra, la redoute, colar vinil nas paredes  do quarto? digam que eu peço à empresa que fez para nós, inúmeros objectos podem complementar o ninho de forma única. Pesquisem, procurem ideias, visitem lojas, mas sobretudo, saboreiem o momento ...

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Contamos hoje ...



20 semanas. Se não fosse uma gravidez gemelar estarias hoje a meio do caminho, mas é previsível que possas abraçar as tuas filhotas um pouco antes, mas também não muito antes, esperamos. O desenvolvimento das bebés foca-se agora nos pulmões e nos sistemas digestivo e imunitário. Os rins estão a funcionar e já libertam urina. Os cinco sentidos estão também em desenvolvimento. Os batimentos cardíacos já se podem ouvir com um estetoscópio. O sistema nervoso já está mais desenvolvido, fazendo com que elas já possam coordenar os movimentos e serem ativas: como agarrar, rolar e virar-se. 

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domingo, 27 de agosto de 2017

Dica #9

Sensivelmente um mês antes da DPP da Carolina começou a saga de lavar e passar as roupinhas para preparar a mala da maternidade. No teu caso avançaria com este processo dois meses antes, só para não evitar surpresas. O meu colega de trabalho foi pai de gémeas e com a precipitação do internamento da esposa um mês antes da DPP teve ele de tratar das roupas e não correu bem, os brancos viraram todos verde água. Eheheh.

Habitualmente cada hospital / maternidade tem a sua própria lista, mas há sempre dicas extra que serão motivo para outro post.

Confesso que entreguei parte dessa doce (cof cof) tarefa à minha mãe. Eheheh. Lavei em casa com detergente adequado a bebés, usei da marca skip, mas depois de seca seguiu tudo para casa da feliz avó para passar a ferro. Importante: não juntar amaciador, porque pode irritar a pele do bebé. Com esse mesmo detergente lavei também as minhas roupas da maternidade, camisas de dormir leves com abertura no peito. Como estivemos muitos dias enfiadas num quarto na maternidade a Carolina passou muito tempo em cima da minha barriga, nas mais variadas posições para mamar, por isso estava sempre em contacto com a minha roupa. Fiz, e ainda faço agora 22 meses depois, máquinas de roupa separadas da Carolina, mesmo que a lavagem represente 1/5 da capacidade, como hoje em dia as máquinas pesam a roupa e usam a quantidade de água necessária prefiro assim. 

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Leitura obrigatória #4

Entretanto parece que perdi esta maravilhosa revolução no mundo das chupetas. 

Tive a sorte da Carolina ter aceite a primeira chupeta que lhe metemos à boca, e apesar de hoje em dia existirem momentos em que eu gostaria que ela não fosse tão viciada, nem na chupeta nem na naninha, agradeço profundamente a tranquilidade que estes objectos de conforto lhe dão quando eu própria também preciso de paz.

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Temas Controversos #5

O criopreservação das células estaminais. A verdade é que o slogan dessas empresas atinge-nos na parte mais fraca do momento, no coração, naquele(s) que já vive(m) dentro de nós quando nos tentam vender uma espécie de seguro de vida para o(s) nosso(s) futuro(s) filho(s). É tentador pensar que através de um procedimento tão simples podemos estar a salvar a vida de um filho, mas quando se procura informação mais detalhada sobre o assunto começam as dúvidas.

No nosso caso já tínhamos decidido que não íamos comprar esse serviço por motivos económicos e depois tivemos a sorte de ser um dos temas abordados durante o curso de preparação para o parto. A enfermeira que nos prestou os esclarecimentos disse que não ia falar do negócio (da china) envolvido mas dos factos médicos. Daquilo que retive na altura é que a probabilidade de o material poder ser utilizado na pessoa dadora é muito reduzida, mesmo na esfera familiar a melhor compatibilidade pode ser encontrada num dador estranho, que há doenças que já são transmitidas nessas células estaminais e que portanto inutilizam os benefícios, que não existia (em 2015) nenhum caso registado de que essas células tivessem sido usadas com sucesso e falaram na validade do material recolhido, além do prazo de vida útil a diminuição de eficácia com o passar dos anos. É claro que há pais que devem considerar o melhor investimento da vida deles, não os censuro, se tivesse dinheiro a sobrar porque não. É uma opção que cabe a cada casal analisar. Nessa mesma sessão de esclarecimento a enfermeira falou-nos da existência do banco público de células estaminais nessa maternidade (julgo que esta recolha só é realizada em 3 hospitais do país) e convidaram os pais que não fossem realizar este procedimento a nível privado a doarem. Não tive dúvidas e tratamos dos impressos de autorização para que fosse preparado um kit para o nascimento da Carolina. Hoje, à distância, foi a melhor decisão que podíamos ter tomado, porque o que fica de fora das possíveis vantagens deste procedimento é que o mesmo pode não ser possível de concretizar por várias razões, no meu caso não foi possível devido a um quadro clínico de sepsis neonatal, e teria sido deitado dinheiro fora. 

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domingo, 20 de agosto de 2017

Inspiração para o fim-de-semana #9

Das ideias giras que se encontram pela internet, esta está verdadeiramente top.



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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Dica #8

Nas questão das roupinhas tive a sorte de ter meninas a crescer à volta da Carolina e felizmente não tivemos de investir muito dinheiro nessa parte. Sinceramente, olhando para trás, e todas as mães que encontrares te dirão o mesmo, muito desperdício de dinheiro. Apenas fiz questão de comprar a primeira muda, não porque as que ela tinha emprestadas fossem feias, mas porque vi numa loja um conjuntinho que tinha um elefante no peito e não deu para resistir. O elefante já fazia parte da vida dela antes de nascer tinha de estar "presente" no nascimento também.
Há várias peças que realmente valem a pena ter em quantidade, mas roupas de sair (vestidinhos) vão acabar todas novas, e algumas nem uso lhes vai dar. Lembro-me de umas das prendas me ter "cortado a alma", um babygrow da jacadi caríssimo, porque a Carolina nunca lá enfiou um pé. Babygrows vais precisar com fartura, elas nascem no inverno e é sem dúvida a peça mais quente e confortável que lhes podes vestir. Então aqueles que abrem entre pernas é só a 8ª maravilha do mundo. Roupa interior vais precisar em doses industriais, quando achares que já tens em número suficiente compra mais uma embalagem. Haverá vezes em que ainda não acabaste de abotoar as moças e já as tens de trocar outra vez. Been there, done that.

Mas nesta questão da roupa interior há uma dica importantíssima, que é o verdadeiro isssue deste post, que é a abertura do dito body. O modelo mais habitual das lojas é este, mas acredita que nos primeiros meses este será o melhor que poderás usar nas tuas princesas. Até aos 6 meses, período em que é aconselhada uma alimentação apenas a leite, seja materno ou de lata, as fraldas não conseguem reter o cocó (outra vez cocó na hora de almoço, eheheh) e portanto retirar o body sem sujar a criança é essencial, ou vais estar a dar-lhes banho a cada muda de fralda.

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

6ª Crónica: As cólicas

Alguns bebés, não todos felizmente, passam por uma fase (não muito bonita) de cólicas. Há várias teorias e técnicas para aliviar os sintomas chatos que terrivelmente os fazem contorcer-se de dor. A parte positiva da coisa é que os estudos referem que as cólicas persistem apenas nos primeiros 3 meses. Há quem use o banho e massagens para ajudar, outras mães desesperadas usam todos os medicamentos de que se fala, i.e. colimil, gripe water, infacol (este até vem do Reino Unido numa espécie de contrabando), biogaia, alivit entre outros. Lá em casa não tivemos episódios de cólicas de que se fala, mas tivemos algumas situações muito desesperantes. Eu não acreditava que fossem cólicas, porque aconteceram esporadicamente e em alturas diferentes do dia (dizem que as cólicas normalmente atacam ao fim do dia). Além disso fala-se que os bebés choram insistentemente, mas a Maria Carolina não chorava simplesmente, ela chorava até ficar roxa e sem respirar (com se lhe tivéssemos infligido a maior dor da vida dela de forma inexplicável) e não havia colo, balanço ou mimo que a fizesse parar. De uma das vezes vinha de carro com o meu pai e tive de "voar" até casa, porque era a Maria Carolina a chorar de um lado e o meu pai a chorar do outro com a mão no peito a dizer "ai que eu não aguento", acho que o carro nunca andou tão rápido. De outra vez mandei o Martinho sair do trabalho (estava em Braga) para nos levar ao hospital e quando ele chegou já ela estava a dormir, porque entretanto descobri que se lhe desse ben-u-ron ela acalmava. Enfim ... momentos dolorosos que passaram. A pediatra sempre atribuiu a culpa às cólicas, portanto eu tratei as cólicas da minha filha com ben-u-ron, devo ter sido caso único no mundo, mas vale tudo. Eheheh. 

Não é fácil esta sensação de impotência, eu própria desesperei e só saia de casa com o frasco do dito na carteira, sempre com medo que se repetisse, mas manter a calma em todas as situações é o mais importante. Isso e ter uma pediatra descomplicada e disponível para atender o telefone.

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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Dica #7

O melhor amigo para a obstipação dos bebés é o bebegel, mas curiosamente apesar de ser um medicamento a única coisa usada neste processo de ajudar os bebés a evacuar é o invólucro do dito. Portanto, as instruções da pediatra e da enfermeira eram simples: "cortar o cú do frasco do bebegel, retirar o produto, untar a cânula com vaselina e inserir muito lentamente. Mas atenção, não aproxime a cara nem espreite", pode não ser bonito levar com um jacto de cocó. (É hora de almoço e eu não devia estar a falar de cocó, mas o cocó dos bebés é diferente dos outros cocós. E o cocó das tuas princesas não será cocó, será mousse de chocolate. Eheheh.)

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