O criopreservação das células estaminais. A verdade é que o slogan dessas empresas atinge-nos na parte mais fraca do momento, no coração, naquele(s) que já vive(m) dentro de nós quando nos tentam vender uma espécie de seguro de vida para o(s) nosso(s) futuro(s) filho(s). É tentador pensar que através de um procedimento tão simples podemos estar a salvar a vida de um filho, mas quando se procura informação mais detalhada sobre o assunto começam as dúvidas.
No nosso caso já tínhamos decidido que não íamos comprar esse serviço por motivos económicos e depois tivemos a sorte de ser um dos temas abordados durante o curso de preparação para o parto. A enfermeira que nos prestou os esclarecimentos disse que não ia falar do negócio (da china) envolvido mas dos factos médicos. Daquilo que retive na altura é que a probabilidade de o material poder ser utilizado na pessoa dadora é muito reduzida, mesmo na esfera familiar a melhor compatibilidade pode ser encontrada num dador estranho, que há doenças que já são transmitidas nessas células estaminais e que portanto inutilizam os benefícios, que não existia (em 2015) nenhum caso registado de que essas células tivessem sido usadas com sucesso e falaram na validade do material recolhido, além do prazo de vida útil a diminuição de eficácia com o passar dos anos. É claro que há pais que devem considerar o melhor investimento da vida deles, não os censuro, se tivesse dinheiro a sobrar porque não. É uma opção que cabe a cada casal analisar. Nessa mesma sessão de esclarecimento a enfermeira falou-nos da existência do banco público de células estaminais nessa maternidade (julgo que esta recolha só é realizada em 3 hospitais do país) e convidaram os pais que não fossem realizar este procedimento a nível privado a doarem. Não tive dúvidas e tratamos dos impressos de autorização para que fosse preparado um kit para o nascimento da Carolina. Hoje, à distância, foi a melhor decisão que podíamos ter tomado, porque o que fica de fora das possíveis vantagens deste procedimento é que o mesmo pode não ser possível de concretizar por várias razões, no meu caso não foi possível devido a um quadro clínico de sepsis neonatal, e teria sido deitado dinheiro fora.
No nosso caso já tínhamos decidido que não íamos comprar esse serviço por motivos económicos e depois tivemos a sorte de ser um dos temas abordados durante o curso de preparação para o parto. A enfermeira que nos prestou os esclarecimentos disse que não ia falar do negócio (da china) envolvido mas dos factos médicos. Daquilo que retive na altura é que a probabilidade de o material poder ser utilizado na pessoa dadora é muito reduzida, mesmo na esfera familiar a melhor compatibilidade pode ser encontrada num dador estranho, que há doenças que já são transmitidas nessas células estaminais e que portanto inutilizam os benefícios, que não existia (em 2015) nenhum caso registado de que essas células tivessem sido usadas com sucesso e falaram na validade do material recolhido, além do prazo de vida útil a diminuição de eficácia com o passar dos anos. É claro que há pais que devem considerar o melhor investimento da vida deles, não os censuro, se tivesse dinheiro a sobrar porque não. É uma opção que cabe a cada casal analisar. Nessa mesma sessão de esclarecimento a enfermeira falou-nos da existência do banco público de células estaminais nessa maternidade (julgo que esta recolha só é realizada em 3 hospitais do país) e convidaram os pais que não fossem realizar este procedimento a nível privado a doarem. Não tive dúvidas e tratamos dos impressos de autorização para que fosse preparado um kit para o nascimento da Carolina. Hoje, à distância, foi a melhor decisão que podíamos ter tomado, porque o que fica de fora das possíveis vantagens deste procedimento é que o mesmo pode não ser possível de concretizar por várias razões, no meu caso não foi possível devido a um quadro clínico de sepsis neonatal, e teria sido deitado dinheiro fora.
Stay tunned,
w/ love
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