
O pano, a mochila, o sling, qualquer que seja o nome para este acessório que aproxima mãe e bebé parecia-me assim o supra sumo no transporte de bebés, pelo menos durante os primeiros meses. Apesar de ver muitas mães a usar esse acessório com bebés já grandotes a esperança não era muita para o meu caso, porque a minha estrutura física não me permite carregar muito peso sem que pareça que vou cair a todo o instante, mas mesmo assim acabamos por comprar este sling. Não vou dizer que foi um óptimo investimento, não foi muito caro (cerca de 50 euros), mas usamos meia dúzia de vezes e sinceramente nunca achei que a Carolina fosse muito confortável ali dentro. O que deu algum jeito foi uma mochila deste género que nos emprestaram quando fomos aos Açores. Apesar de termos levado o carrinho o que nos salvou as férias foi o pai transportar a Carolina (na altura com 7 meses) dessa forma, libertando-nos para percorrer alguns caminhos de outra forma inacessíveis. Em trilhos mais demorados nem assim nos aventuramos, porque mesmo com a mochila ela continuava a pesar. E se descer uma montanha nos podia parecer divertido pensar em subi-la fazia-nos perder a vontade. Eheheh. Recuando no tempo talvez tivesse investido nesta mochila, porque dá desde o nascimento, dos 3,5kg aos 15 kgs. Assim, a Carolina agora com 22 meses, e cerca de 11 kgs, ainda poderia usufruir. No vosso caso cada um terá de transportar uma princesa, o investimento é a duplicar, por isso pensem um bocadinho mais do que nós nos benefícios que daí podem resultar.
Stay tunned,
w/ love
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